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Dom Osvaldo Giuntini nasceu em São
Paulo, em 24 de outubro de 1936, e cursou o 1º
e o 2º graus na capital paulista e em São
Roque, no Seminário Metropolitano Imaculado Coração
de Maria. De 1956 a 1963 estudou filosofia e teologia
no Seminário Central da Imaculada Conceição,
no Ipiranga, e na Faculdade de Teologia Nossa Senhora
da Assunção.
A vocação de Dom Osvaldo teve início
quando criança, no primeiro ano da escola. Sendo
de família religiosa, depois de fazer a primeira
comunhão e de ser orientado para a prática
religiosa, sentiu o chamado de Deus, por volta de 1947.
"Terminei a quarta série do primário
e pedi ao meu pároco, da Paróquia
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São José
de Belém, em São Paulo, que me orientasse para ingressar
no seminário", declarou Dom Osvaldo.
Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 8 de dezembro
de 1963. O ministério foi exercido primeiramente na capital
paulista e, em seguida, foi pároco das cidades de Salto e
Itu. Após a criação da diocese de Jundiaí,
Dom Osvaldo foi nomeado pároco da Catedral de Nossa Senhora
do Desterro, chanceler do bispado e, posteriormente, Vigário
Geral da diocese.
Em 1975, o Papa Paulo VI concedeu-lhe o título
de Monsenhor. Seis anos depois, Dom Osvaldo foi para Roma com o
objetivo de fazer um curso de atualização em Direito
Matrimonial.
No ano seguinte, em 1982, o então Monsenhor recebeu a nomeação
de bispo auxiliar. A sagração episcopal ocorreu em
Jundiaí, no dia 12 de setembro do mesmo ano. O lema escolhido
para o seu episcopado foi "Dou-vos a minha vida" (Vitam
meam do vobis). Dom Osvaldo veio a Marília como bispo auxiliar
do então bispo diocesano, Dom Frei Daniel Tomasella, e assumiu
as visitas pastorais e a coordenação da pastoral diocesana.
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