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receberam os títulos
de monsenhores e passaram a ser membros natos do Conselho Presbiteral
da diocese. Hoje não há mais a norma de chamar os
Vigários Episcopais de Monsenhores; são chamados de
Reverendíssimos Padres. Durante o mandato de Dom Daniel,
a diocese de Marília comemorou o seu jubileu de prata. Para
a ocasião, foi elaborado um livro comemorativo sobre os 25
anos de caminhada, elaborado pelo então Vigário Geral,
Monsenhor João Baptista Tóffoli.
A chegada de Dom Osvaldo
- Em 1980, devido a um problema de saúde, Dom Frei Daniel
solicitou um bispo para o auxiliar nos trabalhos pastorais da diocese.
A solicitação foi atendida somente em 1982. O escolhido
foi Dom Osvaldo Giuntini, que tomou posse como bispo auxiliar em
19 de setembro de 1982. Dom Frei Daniel confiou a Dom Osvaldo a
função de coordenador diocesano de pastoral e as visitas
pastorais às paróquias. Cinco anos após a sua
chegada à diocese, a pedido de Dom Frei Daniel, Dom Osvaldo
foi nomeado bispo coadjutor.
A sucessão de Dom Daniel ocorreu em
9 de dezembro de 1992, após o seu pedido de renúncia,
aos 69 anos de idade. Desde então, Dom Osvaldo assumiu o
cargo de bispo da diocese de Marília.
Neste final de milênio, a diocese de Marília
caminha, em consonância com as determinações
da Santa Sé, tendo à frente Dom Osvaldo Giuntini,
terceiro pastor a conduzir esta porção do povo de
Deus. |