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A posse de Dom Daniel como bispo diocesano ocorreu no dia 23 de abril de 1975. Após isso, uma de suas primeiras ações foi a nomeação de vigários episcopais para as três Regiões Pastorais da diocese. A partir da nomeação, os vigários episcopais
   
       
       
         
   

receberam os títulos de monsenhores e passaram a ser membros natos do Conselho Presbiteral da diocese. Hoje não há mais a norma de chamar os Vigários Episcopais de Monsenhores; são chamados de Reverendíssimos Padres. Durante o mandato de Dom Daniel, a diocese de Marília comemorou o seu jubileu de prata. Para a ocasião, foi elaborado um livro comemorativo sobre os 25 anos de caminhada, elaborado pelo então Vigário Geral, Monsenhor João Baptista Tóffoli.

A chegada de Dom Osvaldo - Em 1980, devido a um problema de saúde, Dom Frei Daniel solicitou um bispo para o auxiliar nos trabalhos pastorais da diocese. A solicitação foi atendida somente em 1982. O escolhido foi Dom Osvaldo Giuntini, que tomou posse como bispo auxiliar em 19 de setembro de 1982. Dom Frei Daniel confiou a Dom Osvaldo a função de coordenador diocesano de pastoral e as visitas pastorais às paróquias. Cinco anos após a sua chegada à diocese, a pedido de Dom Frei Daniel, Dom Osvaldo foi nomeado bispo coadjutor.
A sucessão de Dom Daniel ocorreu em 9 de dezembro de 1992, após o seu pedido de renúncia, aos 69 anos de idade. Desde então, Dom Osvaldo assumiu o cargo de bispo da diocese de Marília.
Neste final de milênio, a diocese de Marília caminha, em consonância com as determinações da Santa Sé, tendo à frente Dom Osvaldo Giuntini, terceiro pastor a conduzir esta porção do povo de Deus.

           
           
   
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