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elevada a arquidiocese
e, a partir desta data, cinco novas dioceses foram criadas no Estado:
Campinas, Taubaté, São Carlos, Ribeirão Preto
e Botucatu. A região onde hoje se encontra a diocese de Marília
pertencia ao território da diocese de Botucatu, que compreendia
as extensões ao sul do Rio Tietê, desde o litoral até
o Rio Paraná, que faz divisa com o Estado do Mato Grosso
do Sul.
Em 21 de junho de 1926, foi criada a diocese de Cafelândia,
que abrangia o território entre o Rio Tietê e o Rio
do Peixe, desmembrado da diocese de Botucatu. O primeiro bispo da
nova diocese, Dom Ático Euzébio da Rocha, tomou posse
em junho de 1929 e, um mês após, decretou a criação
da primeira paróquia da região da Alta Paulista. A
Paróquia de São Bento, que mais tarde se tornou a
sede da diocese de Marília, foi criada em 15 de julho de
1929.
O segundo bispo a tomar posse na diocese de Cafelândia foi
Dom Henrique César Fernandes Mourão. Porém,
entre 1945 e 1948, a sede episcopal da diocese ficou vacante, devido
à morte de Dom Henrique César. Durante esses três
anos, quem assumiu a diocese de Cafelândia foi o vigário
capitular, Monsenhor Vítor Ribeiro Mazzei.
Em agosto de 1948 chegou à diocese o novo bispo, Dom Henrique
Gelain, vindo do Estado da Paraíba. Dois anos depois, a sede
da diocese de Cafelândia foi transferida para Lins, a pedido
de Dom Henrique, que executou a bula "Apostolicis sub plumbo
Litteris". Em seguida, o território da diocese de Lins
foi reduzido, com a criação da diocese de Marília,
que fica entre o Rio Aguapeí, ou Rio Feio, e o Rio do Peixe.
Desde a criação, não foi acrescentada, nem
retirada, nenhuma área da diocese de Marília. Segundo
o bispo emérito, Dom Frei Daniel Tomasella, durante o seu
bispado se pensou em fundar uma nova diocese em Dracena. Porém,
ainda de acordo com ele, muitos padres se opuseram à proposta,
devido ao grande êxodo da população daquela
região, que se mudava para grandes centros. |