Marília - Catedral Basílica São Bento | Diocese de Marília

Marília - Catedral Basílica São Bento

CATEDRAL BASÍLICA DE SÃO BENTO                                                                                    catedral

Pároco e Reitor da Basílica: Padre Clécio Ribeiro

 

Endereço

Av. Nelson Spielmann, 493

CEP 17509-001 - MARÍLIA - SP

Fone: (14) 3433-1030

Site: www.catedralsaobento.iparoquia.com

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Facebook: http://www.facebook.com/CatedralSaoBento

 

 

DiaHorárioLocal
segunda a sexta7h15 e 19h30Catedral São Bento
Sábado19hCatedral São Bento
Domingo7h, 10h, 17h, 19hCatedral São Bento

A paróquia de São Bento foi a primeira a ser criada em toda a extensão da Diocese de Marília. Na verdade, "a primeira Capela de Marília" foi a de Santo Antônio. Mais tarde, surgiu a igreja matriz que se tornou a majestosa Catedral e Basílica de São Bento.

A Basílica traz na sua fachada o "Escudo Basilical". Nas procissões festivas e litúrgicas, são levadas as suas insígnias.

No dia 12 de outubro de 1928, "foi enviada a S. Excia. Revma. D. Carlos Duarte da Costa", Bispo de Botucatu e, na ocasião, Administrador Apostólico da recém criada Diocese de Cafelândia, uma representação popular pedindo a criação da paróquia de Marília: "Marília, Cidade Nova e Bonita" e crônicas da Paróquia de São Bento.

A Capela de São Bento, que passou a ser Matriz ao ser criada a Paróquia, era de tábua, e se localizava na quadra anterior da Praça Maria Isabel, entre as ruas Sergipe e Nove de Julho.

A Pedra fundamental da atual Basílica foi lançada no dia primeiro de maio de 1929. Presidiu a cerimônia o Padre Arnaldo Goetz.

Após a missa e o almoço em que tomaram parte inúmeras pessoas gradas, da localidade, deram se a cerimônia de lançamento da primeira pedra do Templo, depositando se na urna a ata seguinte:

"A primeiro de maio do ano de um mil novecentos e vinte e oito, da era de nosso Senhor Jesus Cristo, sendo Bispo Diocesano D. Carlos Duarte da Costa, governador desta Diocese de Cafelândia, e presidente da República o Dr. Washington Luís Pereira de Souza e Presidente do Estado de São Paulo, a Dr. Júlio Prestes, nesta cidade de Marília, realizou se a solenidade da bênção e lançamento da Pedra Fundamental da Matriz de São Bento".

O vigário de Cafelândia, a cuja Diocese pertencia Marília, Cônego Arnaldo Goetz, após a cerimônia da Bênção convidou o Sr. Bento de Abreu Sampaio Vidal a procederem a cerimônia do lançamento da Pedra. Finda esta, o Cônego leu a ata, que vai assinada por todos os presentes e se destinará, conjuntamente com números da imprensa diária e moedas da época, a ficar depositada numa urna, nos alicerces da Matriz.

A criação da Paróquia deu se por decreto de D. Atiço Euzébio da Rocha, aos 15 de julho de 1929. O primeiro vigário, Padre Antônio da Graça Cristina, tomará posse anteriormente aos três de fevereiro de 1929, época em que a Diocese de Cafelândia, recém criada, era governada por D. Carlos Duarte como Administrador Apostólico.

Até 1936, a Paróquia de São Bento era a única na cidade de Marília, e contava entre suas capelas, Pompéia, Santana (hoje Herculândia), Quintana, Tupã, Parnaso etc.

Em 15 de janeiro de 1934, a instalação do Colégio, hoje Instituto Sagrado Coração de Jesus.

Houve nesta Paróquia iniciativas preciosas como: a construção do Asilo, hoje Lar São Vicente e seu patrimônio nas vizinhanças da Santa Casa, depois o Albergue Noturno, obra dos Vicentinos sob os auspícios da Paróquia. Houve outras obras animadas pela Paróquia através dos Congregados Marianos, como o prédio da Juventude Católica, as escolas gratuitas, o prédio do cinema paroquial, e outras.

O Padre Luiz Octávio Bicudo de Almeida fundou o Semanário "Folha Paroquial", no dia 24 de fevereiro de 1946. Era muito apreciado, e mais tarde, por algum tempo, publicou as circulares e os avisos do Governo Diocesano.

Ainda sob os auspícios desta Paróquia, é que vieram para Marília as Irmãs Franciscanas Alcantarinas para a Maternidade Gota de Leite, as Irmãs de São José de Cluny para a creche, as Irmãs Carmelitas (que mais tarde se afastaram), a obra do "Opus Dei", que não permaneceu, Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, ora também na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe.

Em 1950 foram colocados no campanário da igreja três grandes sinos: o primeiro, foi doação da cidade de Marília. O segundo, doação da Comunidade São Bento e o terceiro, doação do pároco Mons. Luiz Octávio Bicudo de Almeida; num total de 1500 quilos de bronze.

Em 16/02/1952 é criada a Diocese de Marília por sua Santidade o Papa Pio XII. A Igreja Matriz de São Bento Abade foi elevada à "Catedral de São Bento" (sede episcopal). Era, então, bispo de Cafelândia D. Henrique Gelain, que foi nomeado pelo Papa como "Administrador Apostólico" da nova Diocese.

No dia 12/10/1952 era instalada a Diocese de Marília.

Em 08/02/1954, sua Excia. Revma. D. Hugo Bressane de Araújo, até então Arcebispo Coadjutor de Belo Horizonte, foi nomeado Administrador Apostólico da Diocese de Marília, tomando posse a 21 de Março de 1954, então Festa de São Bento.

Em 07/10/1954 Dom Hugo Bressane de Araújo é nomeado primeiro Bispo de Marília.

No dia 06/09/19769 Dom Daniel Tomasella, OFMcap é nomeado Bispo Auxiliar de Marília e em 23/04/1975, Bispo Diocesano de Marília, pelo Papa Paulo VI.

Em 15/08/1974, na festa da Assunção da Santíssima Virgem Maria, "o templo e o altar mor" da Catedral de São Bento Abade foram consagrados por D. Hugo Bressane de Araújo, bispo consagrante, e por D. Daniel Tomasella, OFMcap.

Em 12/09/1982, D. Osvaldo Giuntini é sagrado Bispo Auxiliar de Marília. Em virtude da renúncia de D. Daniel Tomasella, OFMcap, D. Osvaldo Giuntini assume como Bispo Diocesano de Marília no dia 09/12/1992.

No Curato do Mons. Geraldo Majela do Amaral Teixeira, houve a notável pintura da Catedral por D. Agostinho Caputi, Monge Sistercinse, da Itália; e a Consagração da Catedral e de seu altar no dia 15 de agosto de 1974. A sua elevação a Basílica aconteceu no dia 7 de dezembro de 1975, coincidindo com a inauguração da reforma da praça, que se tornou um "cartão de visita da cidade".

No ano de 1985 foi realizada uma ampliação no centro comunitário São Bento e construídas as salas de catequese, completando um projeto antigo.

Entre os anos de 1998 a 2000 a Catedral Passou por uma reforma completa: foi trocado o telhado, nova rede elétrica substituiu a antiga já insuficiente; e foi instalado um novo sistema de som de última geração (na época). Finalmente, finalmente houve a troca do piso de mosaicos já bem deteriorados, por piso de granito, igualmente, um bonito barrado de um metro de altura em toda a igreja, dando maior realce a nossa Catedral Basílica. Houve também a reforma das escadarias e colocação de rampas nas laterais da igreja.

Pastoralmente, a paróquia caminha com a divisão em quatro setores, cada qual com um número determinado de coordenadores (as), que organizam as celebrações nas diversas circunstâncias do ano. Ainda algumas Associações e Movimentos: Apostolado da Oração, Legião de Marília, Associação de São José, conferência Vicentina São Bento, Comunidade Neo Catecumenal, Nossa Senhora das Graças, Pastoral Familiar, Pastoral do Dízimo, Pastoral da Saúde, Pastoral Litúrgica, PASCOM, Catequese, Missão Louvor e Glória, Missão Josué, Filhos de Padre Pio, Pastoral do Batismo, CPP, CAEP, Capela Nossa Senhora Rainha da Paz, Ministérios de Música (em destaque o coro polifônico da Catedral, fundado pelo Prof. Geraldo Lásaro de Campos, e atualmente conduzido pelo Mestre Capela Prof. Paulo Sérgio Fernandes e Organista Fábio César B. Júnior).

Boa Atividade desenvolveu também no âmbito da paróquia, o Colégio Sagrado Coração de Jesus, Albergue Noturno e igualmente no âmbito da Paróquia estão localizadas a Cúria Diocesana de Marília, o CDP e a Cúria Diocesana de Marília.

Muitos Sacerdotes passaram pela nossa igreja São Bento de Marília, alguns como auxiliares ocasionais, outros como vigários, párocos ou curas da Sé: Pe. Antônio da Graça Cristina; Mons. Adauto Casimiro da Rocha, Pe. Luiz Paseto (Encarregado); Pe. Luiz Octávio Bicudo de Almeida; Mons. Manuel Gonzáles; Mons. Geraldo Majela do Amaral Teixeira; Mons. Nivaldo Resstel; Pe. Abdias Lopes da Silva, Côn. Antonio Flumignan; Pe. Wagner Antonio Montoz e Pe. Clécio Ribeiro (Atual).

Com 17.313 votos a Catedral Basílica de São Bento foi escolhida em 2009 pela população como ícone que representaria a cidade, projeto desenvolvido pela TV TEM para celebrar os 80 anos de Marília.

Em 17/02/2012 foi reinaugurada a Capela do Santíssimo, em meio ao 60º aniversário da Diocese de Marília, com a cerimônia de consagração do altar presidida por D. Osvaldo Giuntini.

São Bento nasceu na região de Núrsica - hoje Norcia - em 480 d. C. Filho de pais nobres que sempre tentaram dar a ele boa educação e brinquedos os quais ele não fazia gosto. Como diz São Gregório: "Ainda criança, já trazia em si um coração de ancião". Ainda mais, com pouca idade já mostrava um amor declarado a oração, e a aversão aos bens materias.

Quando atingiu um desenvolvimento espiritual maior, os pais do santo o levaram para estudar belas artes, letras e retórica, em uma escola pública em Roma. O meio ambiente onde vivia não o agradava, havia grande decadência moral e espiritual, cercado por rapazes de vidas desregrades e repreensivas e receando perder sua terna inocência ele se retira, abandonando todos os projetos humanos, para as montanhas almejando somente agradar a Deus.

Ficou isolado em uma gruta de difícil acesso onde hoje existe um mosteiro construído em sua homenagem. Durante sua estadia neste mosteiro teve muitos embates com o inimigo. O mais notável de todos foi quando o tentador lhe ofereceu uma visão de uma jovem deslumbrante que havia visto em sua juventude. Procurou fugir de todas as formas possíveis através de orações e súplicas ao Senhor. Quando percebeu que suas forças estavam esvaindo-se, retirou sua roupa e atirou-se sobre uma roseira que ali estava. Claro que as feridas provocadas pelos espinhos, muito dolorosas fizeram com que aquela tentação abandonasse sua mente! Lutou bravamente contra o tentador, combatendo o Bom combate. Por muitas vezes, a batalha tornava-se tão intensa que seus irmãos de habito podiam escutar as ofensas que ele recebia, sem com isso ver que estava a ofender este Santo Varão.

 

Dentre muitos milagres vamos citar aqui aquele que originou a sua imagem, ou seja, muitas delas trazem uma taça com uma pequena cobra saindo dela. Após ter ficado muitos anos em retiro isolado nas montanhas o Santo Varão foi convidado a assumir a vaga de um abade que acabara de morrer em um mosteiro próximo de onde ele estava.

 

Relutou muito, recusando diversas vezes, avisando aos monges que sua regra de vida seria dura em demasia difícil para eles, já que o Santo vivia em estrema pobreza e dedicação a oração e ao trabalho, conduta que estava diferente nos mosteiros na época.

Após muita insistência aceitou o convite e aceitou dirigir o mosteiro. Impôs aos irmãos tantas regras e não permitia a nenhum deles que se desviasse do caminho certo como era permitido antes, incluindo aí a retirada de todos os atos ilícios que eles praticavam. Os irmãos após algum tempo não suportavam mais tamanha perfeição na conduta e ficaram irritados com tamanha severidade durante a correção.

Como para os maus a vida dos justos é intolerável, planejaram matá-lo. Todos os dias era apresentado ao Abade uma taça de cristal que continha uma bebida, e neste dia a taça, além da bebida, trazia dentro um veneno. Segundo o costume do mosteiro o Abade deveria abençoar a taça, e quando bento ergueu a mão e fez o sinal da cruz a taça quebrou-se, mesmo quando ele ainda estava a certa distância. Disse então o Santo: "Que Deus onipotente tenha piedade de vós, irmãos; porque quisestes fazer comigo? Por acaso não vos disse antecipadamente que eram incompatíveis meus modos de proceder com vossos. Ide pois procurar um pai de acordo com caprichos, porque a partir de agora de modo algum podereis contar comigo."

Depois disso retornou para o lugar de solidão que estava.

Muitos foram os combates e milagres feitos por este santo que modificou a conduta de todos os mosteiros, mudança necessária na sua época. Por este motivo, até os dias de hoje ele é considerado o patriarca dos mosteiros. Também pelos combates que ele venceu é invocado, através da oração da medalha, quando é necessário combater o inimigo!

Medalha de São Bento

A medalha de São Bento não é um "amuleto da sorte". Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé. O uso habitual da medalha tem por efeito colocar-nos sob a especial proteção de São Bento, principalmente quando se tem confiança nos méritos de tão grande Santo e nas grandes virtudes da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

São numerosos os fatos maravilhosos atribuídos à esta medalha. Ela nos assegura poderoso socorro contra as ciladas do demônio e também para alcançar graças espirituais, com conversão, vitória contra as tentações, inimizades etc.

Contudo, a medalha não age automaticamente contra as adversidades, como se fosse um talismã ou vara mágica. Todo Cristão, a exemplo de Jesus Cristo, deve carregar a sua cruz. Pois, é necessário que nossas faltas sejam expiadas; nossa fé seja ; provada; e nossa caridade purificada, para que aumentem nossos méritos.


Medalha de São BentoMedalha de São Bento

Na frente da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti - "Cruz do Santo Pai Bento".

Na haste vertical da cruz lêem-se as iniciais C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux - "A cruz sagrada seja minha luz".

Na haste horizontal lêem-se as iniciais N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux - "Não seja o dragão meu guia".

No alto da cruz está gravada a palavra PAX ("Paz"), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

À partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana - "Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!" e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas - "É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!".

Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz.

Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS - IN - OBITU - NRO - PRAESENTIA - MUNIAMUR - "Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte".

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.

Fontes: (http://www.osb.org.br/medalha.html)

Oração da Medalha de São Bento

A Cruz Sagrada seja a minha luz,

não seja o dragão meu guia.

Retira-te, satanás!

Nunca me aconselhes coisas vãs.

É mal o que tu ofereces,

bebe tu mesmo os teus venenos!

Amém.

 

Atendimento da secretaria

Segunda: das 13h00 às 16h30
Terça a sexta: das 08h00 às 16h30
Sábado: das 08h00 às 11h30
 
Atendimento do Padre na secretaria:
Informar-se diretamente na secretaria ou pelo telefone (14) 3433-1030

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

Coordenador: Antonio Donizete Henckes

Secretária: Maria Eloísa Ruiz Cavenago

 

CONSELHO PARA ASSUNTOS ECONÔMICOS (CAEP)

Coordenador: Pe Clécio Ribeiro

Tesoureiro: Pedro Adriano Penariol

Secretária: Maria das Dores Nunes de Souza

 

CONSELHO FISCAL

1º Conselheiro: Antonio Marques Alcântara

2º Conselheiro: Marco Antonio Nunes

3º Conselheiro: Izidoro Polasse Filho

4º Conselheiro: Alessandro Nalon

 

 

 

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