Tupã - São Pedro Apóstolo | Diocese de Marília

Tupã - São Pedro Apóstolo

 

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PARÓQUIA SÃO PEDRO

Pe. Antônio Padula, Pároco

Endereço
Praça da Bandeira, s/n C.P. 173
17600-380 - TUPÃ - SP
Fones:
Residência (14) 3496-2363
             Secretaria: (14) 3496-3272

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Site: www.matrizsaopedro.org.br

 

 

 

Horário de Missas

Domingo

7h

Capela Nossa Senhora Aparecida

 

9:00h

Matriz - Missa com as crianças

 

19:00h

Matriz

 

 

 

Terça-feira

19:30h

Capela Nossa Senhora Aparecida

 

 

 

Quarta-feira

19:30h

Matriz

 

 

 

1ª e 3ª Quintas-Feiras

19:30h

Capela Santa Rita de Cássia

 

 

 

2ª Quinta-feira

19h30

Comunidade Santa Teresinha (Missa em residências previamente escolhidas)

 

 

 

1ª Sexta-Feira

19:00h

Capela Sagrado Coração de Jesus - Adoração do Santíssimo Sacramento e Missa às 19h30

 

 

 

2ª, 3ª e 4ª Sextas-Feiras

19:30h

Capela Sagrado Coração de Jesus

 

 

 

Sábado

19:30h

Matriz

Histórico

A história da paróquia de São Pedro Apóstolo se confunde com a história do município de Tupã. O fundador da cidade, Luiz de Souza Leão, escolheu São Pedro como padroeiro, por acaso. Segundo consta nos registros históricos da cidade, durante uma viagem a Marília, em março de 1934, o fundador encontrou Pedro Altenfelder, titular do cartório do segundo ofício naquele município. Em conversa com o amigo, Souza Leão percebeu que Tupã, já com cinco anos e em pleno desenvolvimento, ainda não tinha um padroeiro. Por sugestão do dono do cartório, o fundador decidiu dedicar a cidade a São Pedro. O oficial do cartório de Marília ainda se comprometeu em doar a imagem do padroeiro à cidade.

 A imagem original, doada pelo amigo do fundador, acabou desaparecendo no mesmo ano em que chegou a Tupã. O fundador da cidade estimava a imagem e chegou a oferecer uma recompensa de R$ 5 mil cruzeiros, quantia alta na época, para a pessoa que a encontrasse. Ainda em 1934 foi construída a pequena igreja que deu lugar à atual matriz. A obra movimentou toda a cidade e gerou desentendimentos entre autoridades políticas e religiosas.

A capela foi elevada a paróquia em 30 de junho de 1936 por Dom Henrique César Fernandes Mourão, então bispo de Cafelândia, e teve o padre Gaspar Aguilar Cortês como primeiro vigário. O padre tomou posse em 29 de novembro de 1936 e permaneceu na paróquia até 2 de dezembro de 1938.

De 10 de dezembro de 1938 até 2 de janeiro de 1940, o padre Matias Michellizza conduziu os trabalhos pastorais da paróquia, até que em 20 de janeiro do mesmo ano foi nomeado o padre Carlos Golbach para dirigir a comunidade até 24 de setembro de 1942. Na mesma data assumiu o posto o padre José Leite Alves, que ficou na paróquia por cinco anos.

O Monsenhor Afonso Hafner foi o padre que mais tempo ficou à frente da igreja. Depois de tomar posse em 17 de abril de 1947, o Monsenhor Afonso acompanhou momentos importantes da comunidade. A igreja, por exemplo, não comportava mais o número de fiéis, devido ao crescimento da cidade. Assim, em março de 1954, com uma nova igreja já construída, demoliu-se a antiga que se encontrava dentro do novo templo. A inauguração da matriz ocorreu no dia 21 de março.

A cidade cresceu e a Paróquia de São Pedro foi sendo dividida para surgirem novas paróquias. Em 1955 parte de sua área foi destinada a instalação da paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Em 1958, outra parte foi desmembrada para o surgimento da paróquia Senhor Bom Jesus de Arco-Íris. Em 1962, mais um desmembramento deu origem à paróquia São Judas Tadeu.

O Monsenhor Afonso só deixou a paróquia com o seu falecimento em 25 de julho de 1970, sendo sucedido pelo padre Tito Marega. Posteriormente assumiram a paróquia os padres Nivaldo Resstel e Antônio Padula, que é o atual pároco.

A paróquia conta ainda com o trabalho de Congregação das Irmãs Pobres de Santa Catarina de Sena há mais de 42 anos. As religiosas, além de participarem da vida da paróquia, estão à frente do Lar Santo Antônio, entidade filantrópica beneficente que atende meninas (crianças e adolescentes), num trabalho de educação, amparo e promoção.

Em 1990 a paróquia foi desmembrada mais uma vez para o surgimento da paróquia São José. No mesmo ano deu-se início à construção do Cepat (Centro de Pastoral de Tupã), em 1998, a paróquia se mobilizou para construir o Centro de Convivência “Monsenhor Afonso Hafner” e recentemente a paróquia está mobilizada, novamente, realizando a Restauração da Matriz São Pedro Apóstolo, que se encontra em andamento.

Extraído da revista do Jubileu, edição comemorativa ao Jubileu de ouro da Diocese de Marília – 1952/2002). 

SÃO PEDRO – 29 DE JUNHO

Data que na Estância Turística de Tupã-SP também se comemora SÃO PEDRO como o Padroeiro do Município.

 

O Apóstolo São Pedro era chamado, antes, Simão, o filho de Jonas, pescador de Betsaida na Galiléia, e irmão do Apóstolo Santo André, o «Primeiro Chamado», que foi quem o conduziu a Cristo.  São Pedro era casado e tinha sua casa em Cafarnaúm. Chamado por nosso Salvador, Jesus Cristo, enquanto pescava no Lago de Genesaré (Mar de Tiberíades), sempre demonstrou uma especial devoção e determinação, pelo que se fez digno de uma especial abordagem do Senhor, como o Apóstolo Tiago (Jacó) e São João, o Teólogo.

Espiritualmente forte e fervoroso, ele ocupou, na verdade, um lugar influente entre os apóstolos de Cristo. Foi o primeiro que confessou com determinação ao Senhor Jesus como o Cristo (Messias), e por isso foi digno de ser chamado «Pedra» (Pedro). Sobre esta fé firme como pedra de Pedro o Senhor prometeu edificar a Sua Igreja, contra a qual não prevalecerão as portas do inferno.

O Apóstolo São Pedro lavou com lágrimas amargas de arrependimento a sua tríplice negação a seu Senhor, na véspera de Sua crucifixão. Consequentemente, logo após a sua Ressurreição, o Senhor novamente o reabilitou na dignidade de apóstolo, por três vezes, o número de suas negações, e lhe confiou o cuidado de seu rebanho de cordeiros e ovelhas.

Segundo a tradição, o apóstolo São Pedro chorava amargamente sempre ao amanhecer, ao ouvir o canto dos galos, lembrando-se de suas covardes negações para com o Cristo. O apóstolo Pedro foi o primeiro a contribuir para o fortalecimento e a divulgação da Igreja de Cristo após a descida do Espírito Santo, no dia de Pentecostes; ao pregar com determinação e firmeza diante de uma multidão de pessoas, promoveu a conversão de três mil almas para Cristo. Pouco depois curou a um paralítico de nascença; e na sua segunda pregação pública, levou a conversão e à fé em Cristo mais de cinco mil hebreus.

A força espiritual que procedia do apóstolo Pedro era tão intensa, que «chegaram ao ponto de transportar doentes para as praças, em esteiras e camas, para que Pedro, ao passar, pelo menos a sua sombra cobrisse alguns deles, e todos eram curados». (At 5,15). O livro dos Atos dos Apóstolos, do primeiro ao décimo segundo capítulo, narra a sua atividade apostólica. Herodes Agripa I, neto de Herodes, o Grande,  após o ano 42 d. C., restabeleceu as perseguições contra os cristãos, assassinando o Apóstolo São Tiago (Jacó), filho de Zebedeu e aprisionando o Apóstolo São Pedro.

Os cristãos, ao serem informados sobre a sua prisão, oraram fervorosamente pelo Apóstolo Pedro. Durante a noite, um milagre aconteceu: um Anjo do Senhor apareceu na cela de Pedro, e as algemas que o prendiam se partiram caindo ao chão, e ele pode assim deixar a sua cela sem ser notado. Após esta milagrosa libertação o livro dos Atos o recorda mais uma vez ao narrar o Concílio dos Apóstolos. Outros testemunhos sobre ele foram conservados ela tradição da Igreja. Sabe-se que ele difundia o Evangelho às margens do Mar Mediterrâneo, em Antioquia (onde consagrou o bispo Evódio).

O Apóstolo Pedro evangelizava na Ásia Menor aos judeus e prosélitos (pagãos convertidos ao judaísmo). Logo depois, no Egito, onde consagrou Marcos como o primeiro bispo da Igreja de Alexandria. Daí, seguiu para evangelizar a Grécia, Corinto, e depois Roma, Espanha, Cartagena e Bretanha. Segundo a tradição, o apóstolo Marcos escreveu seu Evangelho para os cristãos romanos baseado nas palavras do Apóstolo Pedro. Entre os livros do Novo Testamento existem duas Epístolas Católicas (universais) do Apóstolo Pedro.

A primeira é dedicada aos estrangeiros da diáspora, no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bithynia, províncias da Ásia Menor.  Esta carta tem a finalidade de fortalecer aos seus irmãos ante o surgimentos de conflitos internos nestas comunidades e perseguições por parte dos inimigos da Cruz de Cristo. Entre os cristãos surgiram também inimigos internos, os falsos mestres.

Na ausência do Apóstolo Paulo começaram a perverter os seus ensinamentos sobre a liberdade cristã e a defender uma moral sem limites. A segunda Epístola Católica foi escrita para os cristãos da Ásia Menor. Nela o Apóstolo Pedro colocou ênfase especial em advertir aos fiéis sobre os falsos mestres libertinos. Estes falsos ensinamentos coincidem com aqueles que foram refutados pelo apóstolo Paulo em suas cartas a Timóteo e Tito, e também ao Apóstolo São Judas, em sua Epístola Católica.

Os falsos ensinamentos dos hereges ameaçavam a moral e a fé cristãs. Naquela época, rapidamente se espalhou a heresia gnóstica que absorveu elementos do judaísmo, do cristianismo e de diversos ensinamentos pagãos. Esta Epístola foi escrita pouco antes do Apóstolo São Pedro ser martirizado: «Eu sei que em breve deverei deixar o meu templo (corpo), como nosso Senhor Jesus Cristo me revelou». No final de sua vida o apóstolo Pedro esteve novamente em Roma, onde foi martirizado no ano 67 d.C., sendo crucificado com a cabeça para baixo.

 

INFORMAÇÕES PAROQUIAIS

Secretaria

terça-feira à sexta-feira das 08:00 as 11:00 horas; e das 13:00 às 17:00 horas;

aos sábados das 8h às 11h

CAEP - Conselho para Assuntos Econômicos da Paróquia tem por finalidade colaborar com o pároco na administração dos bens da Paróquia, em obediência ao que pede o Código de Direito Canônico – Cân. 537.

Já o CPP – Conselho Pastoral Paroquial, organismo representativo de toda a Paróquia; tem a missão de garantir a vida de comunhão na Paróquia, sendo responsável pela organização e articulação das pastorais, e pela espiritualidade e formação dos fiéis.

Estes dois importantes Conselhos tem por função decidir juntamente com o Pároco, tudo ok que vai ser feito na Paróquia; as decisões tem que ser submetidas a estes dois Conselhos.

As reuniões desses dois Conselhos ocorrem mensalmente seguindo o calendário de reuniões da Paróquia.

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